Fillity inaugura nova loja em Curitiba

Ontem, fui convidada para um almoço oferecido pela Fillity aos veículos de imprensa cujo objetivo era a apresentação de sua nova loja em Curitiba localizada no Shopping Crystal. A marca está no mercado há 24 anos, o que é uma façanha digna de aplausos.

As curitibanas poderão conferir a Coleção de Inverno 2012, inspirada na obra da polaca Tamara de Lempicka *, artista conceituada no período Art Deco.

O objetivo da marca – ” Fazer roupas para mulheres que buscam prazer, bem estar, independência, elegância e conforto. Por isso, as peças são exclusivas e duráveis, tornando objeto de desejo do universo feminino.”

Na foto, a idealizadora e estilista da grife Esperança Dabbur.

 Abaixo, desfile  – Coleção Inverno 2012.

Veja abaixo alguns looks da coleção (clique no primeiro slide):

A loja possui também a opção de compra on-line , mas seu estoque  do e-commerce é muito baixo assim como as opções de oferta.

O melhor é ir até a loja.

“Nascida numa família abastada da Polónia, seu pai era um advogado e sua mãe uma socialite. Estudou num colégio interno em Lausana(Suíça). Em 1916 casou-se como o advogado Tadeusz Łempicki em São Petersburgo, Rússia. Durante a Revolução Russa em 1917 seu marido foi preso pelos bolcheviques, mas – com intervenção da jovem esposa – foi liberado pouco tempo depois. Após o episódio o casal transferiu-se para Paris, onde Maria adotou o nome “Tamara de Lempicka” e estudou sob a tutoria de Maurice Denis e André Lhote. Com um talento natural, progrediu rapidamente e, por volta de 1923, já expunha seu trabalho em importantes galerias. Tamara desenvolveu um estilo único e ousado (definido por alguns como “cubismo suave”), que resumia os ideias do modernismo de vanguarda da art déco.

Tamara foi também uma notável figura boêmia parisiense, tendo conhecido nomes como Pablo Picasso e Jean Cocteau. Famosa por sua beleza física, era abertamente bissexual e seus casos com homens e mulheres causavam escândalo à época. Na década de 1920 esteve associada intimamente com mulheres lésbicas e bissexuais em círculos de artistas e escritores, como Violet Trefusis, Vita Sackville-West e Colette. Seu marido, supostamente não contente com seu comportamento, a abandonou em 1927 e o divórcio efetivou-se no ano seguinte.

Obcecada por seu trabalho e vida social, Tamara não negligenciou apenas seu marido, mas raramente via sua filha Kizette, imortalizada em vários quadros: Kizette em Rosa de 1926; Kizette na Sacada de 1927; Kizette Dormindo de 1934; Retrato da Baronesa Kizette de 1954-1955 etc. Em outros quadros, as mulheres retratadas tendem a parecer Kizette.”

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